LIVE/DEBATE:“Cantar outro mundo é possível: debate, música e resistência”. 23/11 às 19.00h

COM ANTONIO AUGUSTO FAVETTI ( GUEGO FAVETTI )

Anfitriã e Debatedora Adriane Werner

ONDE E COMO PARTICIPAR: Páginas do Pátria Distraída no Facebook. Participação pelo chat.

Sobre Guego Favetti:

Compositor, cantor e instrumentista, formado pela Faculdade de Artes do Paraná -FAAP em Licenciatura Plena em Música. Pós Graduado em Trânsito:Educação e Administração, pela PUC-PR.1994
Músico há mais de 35 anos.
Inicio da carreira em 1976 em Curitiba apresentando-se no Teatro da Reitoria da Universidade Federal do Paraná.
Participação do programa Som Brasil da Rede Globo de Rolando Boldrin em 1982 com Nice Luz.
Participação do Grupo D´América de Música Latino americana de 1982 a 1986, apresentando-se em dois festivais nativistas importantes no Rio Grande do Sul.
Em Cruz Alta no Primeiro Festival Nacional de Folclore,em 1985 e em Santa Rosa em 1986 concorrendo no Musicanto.
Apresentações em vários shows em Faxinal do Céu-PR, no Centro de Treinamento de Professores do Governo do Estado do Paraná, com o Grupo Noites Curitibanas.
Participação do Projeto Fera – do Governo do Estado do Paraná , desde o primeiro em 2004.
Show no Teatro Paiol de Curitiba em 2007 com o Trio D. Favetti
e apresentação no Programa Sr.Brasil de Rolando Boldrin na TV Cultura de São Paulo neste mesmo mês e ano.
Lançamento do cd “Branco” no Teatro da Caixa em 2007.
Com Carlinhos Vergueiro-projeto Shows do Paiol em Agosto de 2008.
Show com Nice Luz – no Programa Terça no Paiol em 2011
Apresentações pelo SESI nas principais cidades do Norte e Noroeste do Paraná em 2011.
Participação na Caravana da Poesia Helena Kolody no Oeste e Sudoeste do Paraná pela Secretaria de Educação-SEED- 2011 e 2012
Apresentações em Dezembro de 2011 e 2012 no Natal das Cataratas, em Foz do Iguaçu numa Programação da Itaipu Binacional.
Apresentaçao do CD duplo Degrau 43 e Rio Curitiba no Programa Sr.Brasil de Rolando Boldrin na Tv Cultura de São Paulo em 2013
Apresentação em Junho de 2013 na Abertura do Festival de Turismo das Cataratas também pela Itaipu.

Show e gravação do DVD – Trio D Favetti ao vivo, com participação do Trio e Banda no Teatro da Caixa em janeiro de 2013.
Apresentação com o Trio no Espaço Cultural do Paço da Liberdade em Curitiba em Março de 2013
Show no SPA-LAPINHA, Lapa-Pr no melhor SPA médico do Brasil.
Apresentação no Café do Paço Municipal em 08 de Maio de 2013.
Apresentações em casas de espetáculo de Curitiba.
Apresentações diversas em projetos do SESC Água Verde.
Show de Lançamento do CD O Troco de Taiguara com Trio D Favetti e Guego Favetti
Guego Favetti no Teatro da Caixa-Curitiba 2017

CDs e DVDs:

Noites Curitibanas , 1998 / Lei Municipal de Incentivo à Cultura .
Ensaio , 2001 – experimental com o Trio D Favetti.
Sertão em Vozes , 2003 com o Trio D Favetti- experimental de clássicos caipiras.
“Arretirança” , 2005, com o Trio D Favetti aprovado pela Lei Rouanet
“Branco” 2007 pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura , de Curitiba.
Dois cds – Degrau 43 Guego Favetti e Rio Curitiba do Trio D Favetti em 2012.
DVD com o Trio D Favetti ao Vivo no Teatro da Caixa.
CD O Troco de Taiguara com Trio D Favetti e Guego Favetti em 2017
DVD 50 Anos de Música em 10 Ano de Arretirança com Trio D Favetti 2018

Participações:

Lp de Rosy Greca em 1982
Lp de Paulo Hilário em 1983
Cd -Amigas da Mama-Coral do Hospital Erasto Gaertner-2007 ( Música – Luas – de sua autoria)
Cd -Emano Choro – 2008(Participação em Sob Proteção-em parceria e autoria com Cesar Matoso)

Sobre Adriane Werner:

É jornalista, especialista em Planejamento e Qualidade em Comunicação e Mestre em Administração. Tem 30 anos de experiência em Jornalismo e, há 17 anos, se dedica a treinamentos em Comunicação, com temas como Oratória, Comunicação Não Violenta, Relacionamento Interpessoal e outros. Atua como Mestre de Cerimônias e Mediadora de debates e mesas redondas. É professora universitária desde 1997.
Por 16 anos, atuou no telejornalismo paranaense. Autora de 4 livros e coautora de outros 3.m

O TEMA: Vivemos dias de tempos cinzentos, lúgubres, desesperançosos e cheios de ódio pelo outro e pelos outros. Não há lugar para os pobres no atual modelo mundial e o Brasil vive a radicalização dessa mantra fatídica, em que a democracia política é uma farsa a serviço de minorias privilegiadas e a democracia econômica está para lá de longe, além deste planeta massacrado e expoliado, à beira do colapso. Um modelo econômico que sabe produzir de sobra, mas é incapaz de dividir o necessário está falido, ainda que cultuado e santificado pela oficialidade política e econômica.

Cresce a pobreza, avança a miséria econômica e cultural e o desemprego ameaça sobretudo os mais vulneráveis, enquanto a maioria continua acreditando que a economia de mercado traz o “bem estar.” Há um Brasil esquecido e humilhado que precisa ser resgatado. Ao pensar nisto, vem-me à mente a frase de Dom Helder Câmara: “se dou comida aos pobres, me chamam de santo,…mas quando pergunto por que são pobres, chamam-me comunista,” Esse é o dilema do professor obrigado a se calar nas escolas, do operário forçado a abaixar a cabeça para sobreviver, do malabarista do sinal de trâmnsito obrigado a rebolar por cinquenta centavos…

Como diz Mia Couto, “É um império que se apaga ou um vagalume” que ousa brilhar neste anoitecer? Parece urgente levantar a voz, refazer esperanças, tecer novas utopias e protestar por um mundo de iguais, no qual todos tem direito a viver com dignidade, onde a reciprocidade seja hábito e o cuidado com o outro um modo de vida.

Esta live/debate, a última que o Patria promove este ano, deseja ousar levantar a voz, cantar protestos antigos e novos, mas sempre vivos e atuais, num mundo no qual 3 bilhões de pessoas são condenadas a viver com menos de 2 dólares por dia, num país cuja esperança e solidariedade viraram chocota da oficialidade instalada no poder.

A artee os artistas, em todas a ssuas formas e expressões, lutaram para sobreviver nestes anos de pandemia (Covid) e dos pandemônios (político, econômico, culturl). A arte é expressão de seu contexto e influencia a mudança ou permanência deste contexto. A música como expressaõ artistica e voz que canta o amor, a dor, a esperança e a alegria, tem sido campo de protestos, denùncias e gritos de luta para a população e seu compromisso por um mundo diverso, livre, igualitário e justo. Por isso, “Cantar outro mundo é possivel”, resistir e propor o novo é necessário e urgente.

Guego Favetti tem trilhado por este caminho em sua história e, de maneira própria, neste período de Pandemia. Por isso Pátria Distraída o convidou para este momento e, juntamente com a Adriane Wuerner, buscaremos transitar por proptestos, sonhos e esperanças antigas e atuias, através da música e da conversa/debate.

Iluastrando esta pretensão e proposta de encontro com vocês, segue um aperitivo, de Guego Favetti e Aldo Zarbin:

Voltou a Roncar (Guego Favetti e Aldo Zarbin)

Da janela do carro, ofegante e alimentado
O cachorro late ensimesmado

Tem inveja de homens, que famintos, no fundo do poço,
Fazem fila por um pedaço de osso

A fome de novo roncou, João, a cuíca está sem lugar, Aldir
E a raiva, com tanta aflição, vai ter que explodir, vai ter que explodir

Da janela da cela, onde o sol nasce quadrado
O bandido chora, indignado
Tem desprezo de homens
Que aprisionam uma mãe decente, por estar faminta e desejar ser gente.

A fome de novo roncou, João, a cuíca está sem lugar, Aldir
E a raiva, com tanta aflição, vai ter que explodir, vai ter que explodir

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